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(Foto: Reprodução)

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‘Foi uma experiência de vida pobre’, diz anapolino que participou do Big Brother

‘As pessoas acham que é um caça talentos, o que não é. É uma colônia de férias. A emissora está atrás de gente para passar vergonha’, disparou

A edição desta sexta-feira (19) do jornal O Popular trouxe uma entrevista com diplomata Rômulo Neves, de 40 anos. Ex-participante do Big Brother Brasil 2017, ele deu conselhos para aqueles que querem se sair bem no reality.

“Para se sair bem no programa e também na vida, as dicas são não mentir, não manipular e ir contra algo errado dentro da casa”, disse.

O diplomata contou ainda que não teve a vida mudada depois do programa e que também não foi atrás de fama e contratos publicitários.

“Está tudo do mesmo jeito. Continuo na mesma mesa e não entrei em contratos publicitários por não ser o meu perfil”, ressaltou.

Rômulo não se arrepende de ter participado do BBB, mas diz que não aceitaria o convite para voltar à casa, como ocorreu em edições anteriores, quando os goianos Dhomini e Yuri voltaram para o jogo.

“Não retornaria porque é um programa cruel. As pessoas acham que é um caça talentos, o que não é. É uma colônia de férias. A emissora está atrás de gente para passar vergonha e que gere algum tipo de audiência por algo ruim. Outro motivo é que para mim foi uma experiência de vida pobre”, enfatizou.

Rômulo Neves nasceu em Anápolis, mas teve a vida na cidade interrompida com a morte de seu pai em 1980. O anapolino passou a adolescência em Manaus (AM) e parte da fase adulta em Osasco (SP). Em São Paulo, estudou na USP e fez os cursos de Jornalismo, Educação Física e Ciências Políticas.

No final de fevereiro, o diplomata embarca para o Paquistão, onde vai morar pelos próximos dois anos e meio servindo na embaixada.

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